Archive for the E se o Snape fosse… Category

E se Snape fosse…. Sommelier

Posted in E se o Snape fosse... with tags , on 30/05/2012 by Claire

Ele chegou com as duas garrafas de vinho nas mãos e as depositou na mesinha de centro que já continha uma tábua com queijos cortados em quadradadinhos. Ela olhava em espectativa sentada no tapete ao lado da mesinha quando ele se ajoelhou e mostrou os rótulos.

– Temos aqui dois belos exemplares.

Ele desarrolhou a primeira garrafa como em um ritual. Ela podia observar as mãos ágeis pegarem as taças e servirem uma pequena quantia e lhe oferecer. Os olhos dele brilhavam para ela por de trás do líquido avermelhado.

– Todo vinho deve ser apreciado sem pressa usando cada sentido que possuímos…

Ele acariciou a lateral do rosto dela e sentou ao seu lado. Colocou a taça contra a luz do archote para mostrar o líquido.

– Primeiro, o sentido da visão, observe através do líquido, veja se ele tem resíduos, se os açúcares não se encontram cristalizados.

As cores das chamas através do líquido era ainda mais hipnotizantes, mas ela pode notar os olhos dele em seu rosto.

– Agora, o olfato, gire um pouco a sua taça, você pode ver como o líquido se adere ao cristal, formando estas lágrimas e isto mostra o quão o vinho é condensado. Quando você gira o líquido na taça o buquê se abre e você pode sentir o cheiro doce e floral.

Ele colocou o nariz quase dentro da taça e de olhos fechados puxou o ar. Após isso ele a encarou e ela mordia os lábios. E então ela tentou, e pôs se a reparar no que ele tinha falado, sobre os possíveis cheiros a serem encontrados numa pequena taça de vinho.

– A audição… – Ele inclinou seu copo para o brinde e as taças se tocaram. – E, o paladar. – Então, ele tocou a taça com os lábios e segurou o líquido na boca por um momento antes de engolir. – Segure um pouco o líquido na boca e tente distinguir as diferentes sensações, os sabores variam de acordo com a maturação do vinho, de qual barril foi armazenado, ou mesmo de alguns sabores que foram colocados com intensão.

Ela provou o líquido, deixando com que ele tocasse cada canto de sua boca. Ele a olhava em expectativa.

– Os vinhos tintos devem ser servidos à cerca de 15°C e são bem acompanhados de carnes ou massas.

– Espera, Sev, espera… – Uma sombrancelha arqueada. – Sobre os sentidos… Faltou um.

– Claro. – Ele disse. – Dizem que o tato é usado para medir se a temperatura está correta, no entanto, ele disse acariciando seu pescoço e aproximando-se de sua orelha pra dizer num sussurro. – Eu prefiro apresentá-lo de outra forma.




Vintage
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OBS: Ah Sev… danadeeeeenho…

E se Snape fosse…

Posted in E se o Snape fosse..., Fanarts with tags , , , , on 11/02/2012 by ferporcel

…modelo?

Moda outono-inverno com Severo Snape!

Beanies by ~madoldsquib

Beanies by ~madoldsquib

O piano

Posted in E se o Snape fosse..., Outros with tags , on 27/01/2011 by Claire

Essa semana eu não fui capaz de criar uma fic descente… Foi tenso demais rs. Mas ahe eu tava aqui olhando os meus links e cheguei a um que nenhuma snapete que se preze deixa de assistir esse vídeo.

— Não tem nada a ver…
— Tem sim, Sev, olha lá: Cara macilenta, ok; Nariz grande, ok; Lábios finos, ok; Dentes tortos, ok; Cabelo seboso, ok. Percebe agora?
— Ah, você então acha esse cara parecido comigo? Eu nunca usaria esse treco no ouvido.
— Chama-se retorno, que é pra ele ouvir o resultado da música mesmo cantando a plenos pulmões.
— Pra mim, retorno é uma coisa que se ganha em troca.
— Então, se e somente se eu for uma boa menina, eu vou ter um bom retorno?
— Pode ser que sim…
— Hum….

E se o Snape fosse… Bailarino!

Posted in E se o Snape fosse... with tags , , , on 14/09/2010 by Shey

— Bailarino!? Você não faria isso, Sheyla.

— Não?! Quem mandou você sabotar a minha Frigideira? Agora vai ter!

— Mas…

— Não tem mas nem menos! E pode tirar o olho da Fer; ela não vai te ajudar!

*Fer olha para o Sev, medindo*

— Bailarino é bem a sua cara, Sev. Já pensou nisso?

*Sev com olhos arregalados*

— Você vai mesmo ficar do lado dela?

— Você duvida? *Fer ergue a sobrancelha*

Enquanto eles discutem, Shey abre o Word e começa a digitar…

Seleção para a companhia de dança Hogwarts Academy. Vários bailarinos e bailarinas do mundo se apresentaram. Em suas mentes, o sonho de entrar para uma das melhores companhias de dança do mundo.

— Quem será o avaliador desta vez? — perguntou uma jovem de cabelos muito rebeldes e volumosos que tentava desesperadamente domá-los sob um coque apertado.

— Eu não sei, mas meu irmão Carlinhos me disse para eu rezar para não pegar um tal de Severo Snape. Dizem que ele é o demônio em pessoa! — disse a menina ruiva.

— Oh, Deus, tomara que não seja ele, então!

— Todos em seus lugares, por favor!

— Sheyla! Você não…

— Não posso?… Observe! *Shey estreita os olhos*

— Mas você vai criar um OOC. Lembra-se do que a Lud falou?

— Lembro perfeitamente. Ela disse que um personagem OOC não é sinônimo de fic mal escrita!

*Shey volta a digitar*

— Antes dos testes propriamente ditos, é de costume desta escola apresentar um pequeno ensaio demonstrando o nível de excelência exigido pela escola. Gostaria de apresentar-lhes o examinador de hoje, o Sr. Severo Prince Snape.

Aplausos vieram, e as duas amigas se entreolharam, apreensivas.

O homem alto e magro adentrou o pequeno palco. Seus movimentos eram precisos e delicados enquanto executava cada passo de balé. Cada pirueta, cada salto parecia uma obra prima em sua perfeição. A fluidez ao caminhar pelo palco, o posicionamento milimétrico dos pés e das mãos a cada floreio, dava ao homem uma aparência frágil, apesar dos músculos delineados sob a malha que cobria seu corpo.

Ele se preparou num momento de tensão da música que tocava sublime, alguns segundos em que o tempo pareceu suspenso junto com a música… até que seu corpo tomou vida, e num rompante de energia e leveza, Snape correu graciosamente, executando saltos, girando no próprio eixo, duas, três, quatro vezes, terminando com uma pirueta e prostrando-se como uma pluma sobre o assoalho de madeira do palco. As longas madeixas negras e brilhantes pousaram momentaneamente sobre seu rosto, invejavelmente sedosas.

A jovem plateia de estudantes estourou em aplausos. Demorou alguns segundos até que ele se erguesse e encarasse aqueles que seriam seus futuros alunos.

— Vocês estão aqui para aprender a ciência sutil e a arte exata do balé clássico — começou. — Não espero que vocês realmente entendam a beleza dos movimentos que parecem queimar em fogo lento, com a bailar e tremeluzir de um bailarino clássico, o delicado poder de um floreio de mãos ou pernas que parecem fluir pelas veias humanas e enfeitiçam a mente, confundem os sentidos… Posso ensinar-lhes a saltar para a fama, a rodopiar com a glória, até a executar um Penché com perfeição se não forem o bando de cabeças-ocas que geralmente me mandam ensinar.

Ele varreu cada aluno com os olhos negros e severos e, sem mais uma palavra, dirigiu-se para uma mesa, onde se sentou e pegou a lista de candidatos daquela tarde. Um sorriso malicioso agraciou seus lábios finos.

FIM

— Pronto! *Shey termina de escrever a última frase*

— Tá ótimo, Shey! Adorei as piruetas.

O *POF* estridente da porta se fechando anuncia que Snape saíra pisando duro.

Elas olham para a porta fechada e se entreolham.

Apenas para cair na gargalhada.

E se o Snape fosse…

Posted in E se o Snape fosse..., Fanfiction with tags , , on 09/09/2010 by ferporcel

…guarda de trânsito?

Com ele não teria meias verdades, mal entendidos, nada disso. A última palavra seria sempre a da lei, e a lei… bem, a lei seria ele. *rs*

Parou em fila dupla, é multa. Parou na contra mão, é multa. Reclamou, é multa dobrada e o carro apreendido. Moleza, nem para mulher bonita!

— Mas, Seu Guarda, eu encostei só a pontinha do pneu na faixa de pedestres. Precisa mesmo multar?

Snape, o “Seu Guarda”, ergue uma sobrancelha para a infratora.

— A senhorita está duvidando da minha capacidade de distinguir o certo do errado?

— Não, senhor, é claro que não. Mas o senhor há de apelar para o bom senso neste caso…

Snape molha a ponta da caneta na língua e começa a rabiscar no talão de multas, como se a mulher estivesse falando com qualquer um menos ele. Até que…

— Bom senso é a senhorita não testar minha paciência com conversa mole. Pneu na faixa de pedestres é infração. Eis aqui o meu bom senso. — Com isso, Snape lhe entrega a multa.

Antes da mulher se recompor de sua indignação, Snape dá-lhe as costas num rápido giro que faz o sobretudo de seu uniforme flutuar e sai a passos largos em busca de novos infratores.

Ainda bem que ele não é guarda de trânsito, né? Merlin que nos livre!

Quem quiser pode deixar sugestões para as próximas edições de “E se Snape fosse…”. *rs*

Beijos,

Fer