Já pode spoiler?

Posted in Enquetes on 06/03/2017 by Claire

Oi gente!!

Este post é para saber… Estão liberado os spoilers de “A Criança Amaldiçoada” e “Animais Fantásticos”?

E… por onde começar?? o.o

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– Sev, nem precisa comentar…
– Eu não ia falar nada mesmo.

 

Pinterest e a Sessão Codorna

Posted in $ Codornas $ on 23/11/2016 by Claire

Estava analisando uns dados de acesso ao Caldeirão, quando notei que muitas visitas são originadas de outros países. Países que nem falam Português. O que me deixou intrigada é se essas pessoas que acessam entendem ou simplesmente aparecem aqui para olhar o que estamos aprontando. Fluentes em Google Tradutor.

Ambos os casos podem ser verdadeiros.

Uma curiosidade (ou não) é que as Sessões Codornas da Shey sempre são visitadas. A cotação da codorna parece ter valores diferentes em alguns países talvez. Quando no Pinterest, digita-se “snamione”, é possível ver o motivo pelo qual alguns acessos vieram de lá.

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Por que será né? 😀

– Você sabe que vão te descobrir aqui né?
– Você pode me defender, não pode?
– Defender? Achei que elas fossem suas amigas…
– Elas são, mas talvez nem tanto se descobrirem que eu já estou aqui faz uns dias… E você não tem reclamado da minha presença.
Ele sorriu de soslaio e segurou o queixo dela.
– Tenho alguns motivos…

Como criar codornas

Posted in $ Codornas $ on 22/11/2016 by Claire

 

– Sev, você lembra qual coluna era publicada na terça-feira?
– Algo sobre pássaros…
– Codornas?
– Talvez…
– Não sei muito sobre Codornas, só sei que a cotação sobe quando a Shey posta a coluna dela.
– Ah… Algo relacionado ao assanhamento de vocês.
– Assanhamento não. Inspiração.
– Não sei porque ajudo você nisso.
Ela se inclina para ele com os olhos brilhando.
– Já discutimos sobre isso ontem a noite.
Diante disso ele expira de forma pesada.

 

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Tá bom, já que a Thity não tá aqui, vamos falar sobre Codornas! As codornas aumentam de valor quando as idéias estão tão movimentadas que se transformam em fics e artes facilmente. O que o Sev chama de assanhamento é nossa fadinha cheia de energia para produzir mais. Mas como não sou muito boa nessa cotação, acho melhor indicar algumas coisas que me ajudam a escrever e podem fazer a cotação subir.

Para escrever melhor, e mais, é preciso ler muito! Mas não apenas ler… Ler e ter o senso crítico sobre o que se lê. Não adianta ler uma fic toda “capenga” sem betagem, é preciso ler coisas boas. Além disso, recentemente, com o lançamento de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” e o filme de “Animais Fantásticos e onde habitam” temos muito conteúdo para pensar, não é mesmo?

Outra forma é observar o que tem sido publicado na Internet. Eu, por exemplo, acompanho Tumblrs, como o da Magalud: http://magalud.tumblr.com/ ou mesmo faço buscas no Pinterest. A Su tem uma pasta muito inspiradora (pelo menos pra mim!) que vale a pena conferir: https://br.pinterest.com/surviana/snamione/ .

Vou pensar em algumas fics para recomendar.

Alguém aí tem alguma sugestão?

Sensação conhecida

Posted in drabbles, Fanfiction, Visitas ao Snape on 21/11/2016 by Claire

Era mais uma daquelas festas no Três Vassouras, Snape tomava uma cerveja amanteigada no canto do lugar. Alguns casais dançavam na pista, eram músicas nem lentas e nem agitadas demais. Ele só observava. Dumbledore tentou lhe arrumar alguns encontros às cegas, até que desistiu ou ouviu que não era o que ele queria. Mesmo assim ele ainda ia naquelas festas, gostava de observar as pessoas e também gostava do torpor da bebida. Após da queda Daquele-que-não-deve-ser-nomeado para o Menino que Sobreviveu o mundo mágico era assim, meio cheio de festa. Não para ele.

Observou uma jovem que foi deixada a margem da pista de dança, esperando pela amiga que foi dançar. Ela tinha a pele morena e os cabelos escuros e lisos, óculos de aro de tartaruga. Era um pouco desajeitada e não sabia o que fazer ali onde estava. Tomou o final de sua cerveja e respirou fundo. Não era de sua personalidade ser gentil ou mesmo galante. Era na verdade um pouco de egoísmo, acabar com uma situação qual lhe desagradava. Decidiu caminhar até ela, ele ainda não sabia como abordá-la, mas iria tentar mesmo assim.

– Você não precisa ficar aí… – Ele se ouviu dizer e ela olhou desconfiada. Ele não tinha tato para iniciar uma conversa trivial.

– Me desculpa… – Ela disse incomodada. – Vou sair daqui.

– Não se preocupe comigo, eu estou acostumado a ficar ali no canto.

Isso estranhamente a fez sorrir.

– Você quer dançar? – Ela disse.

– Eu não sei dançar esse tipo de música. – Ele respondeu subitamente.

Ela o avaliou, ele parecia bem mau humorado.

– Pode me acompanhar numa bebida, então?

– Tenho uma mesa ali no fundo… – Ele apontou. – Vamos sentar lá.

– Claro! – Ela aceitou e ele a viu caminhar até lá.

Mas o que viria a seguir?

– Argh… Já sei, segunda-feira – Ele disse quando a viu.
– Essa nossa conversa está ficando repetitiva, Sev. Tenho saudades, poxa…
– Mas sei que as coisas andam meio movimentadas, não?
– Como sabe?
Ele se levantou chegando bem perto dela, lhe tocando o rosto.
– A senhorita está corada… curioso.
– Er… Tomei sol?
– Não acredito nem um pouco.
Ela bufou e os olhos dele brilharam vitoriosos.
– Vem, senta aqui e descanse um pouco. – Ele disse puxando a mão dela em direção a sua poltrona. – Agora, deixe-me tirar algumas informações de você…

Sev é sempre nosso porto seguro, né?

Uma drabble 3×100 para a gente se perguntar sobre quem salvou quem.

Sem Spoilers de nada. 😉

A Corça Prateada

Posted in drabbles, Fanfiction, Visitas ao Snape on 15/08/2016 by Claire

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Foi possível ouvir alguns boatos pós-guerra que a mágica fundamental dos bruxos que morreram defendendo Hogwarts e o Mundo Mágico permanecera ali, para que nenhum pedaço de esperança no amanhã fosse ceifado novamente. Dizem que a orla da floresta reluzia prateada nas noites mais escuras e que aqueles eram os patronos que ainda ali rondavam.

Foi numa ronda noturna que Hagrid pode ver, a pequena corça prateada que caminhava leve perto de uma clareira. Hagrid sentiu os olhos lacrimejarem ao pensar em Lilly Potter.

– Não se preocupe, Lilly, estão todos seguros agora. – Ele disse a corça.

A pequena corça acenou com a cabeça de forma séria, não delicada, nem carinhosa como seria Lilly. Hagrid piscou tentando entender, mas a corça partiu leve floresta a dentro, sem dar explicações. Ele pensou, sem muito saber o motivo, que aquele Patrono não era o de Lilly, não se parecia com ela.

Tentou-se recordar sem saber de quem poderia ser, ele apenas se sentiu seguro e com saudades de seus bons amigos. Desejou que eles pudessem finalmente descansar em paz e partiu de volta para a sua casa.

Hagrid apenas sabia que aquela mágica, tão forte, só poderia ficar ali por muito tempo.

Com a cabeça enfiada novamente num livro ele a encontrou na masmorra.
– A senhorita lê demais. – Ele disse achando tudo aquilo muito suspeiro.
– Preciso de mais idéias!
– Mas a pergunta é, porque você lê aqui?
– Porque a história é sobre você, e eu tinha que te contar isso.
Horrorizado, ele pega o livro da mão dela.
– Sev, de novo? Devolve o meu livro, por favor…
– Estão escrevendo mais desgraças sobre a minha vida?
– Calma, calma! É uma história super bonitinha dessa vez. – Ela sorri docemente. – Isso pode fazer com que as coisas fiquem agitadas aqui novamente.
– Como se isso fosse me acalmar… – Ele diz seco e devolve o livro para ela.
– Ok, senta aqui, deixa eu te contar então….

A confortável presença de uma mãe

Posted in drabbles, Fanfiction with tags , , , , on 09/05/2016 by Claire

 

 

Aqueles dias em que seu pai viajava a trabalho eram os melhores. Severus e sua mãe desfrutavam da companhia confortável um do outro sentados em silêncio na sala de estar. Ela deu a ele uma caneca de chocolate fumegante e tomava um chá enquanto fazia anotações num livro de poções, coisa que só poderia fazer quando o marido estava fora. Mordia os lábios em atenção, murmurava uma canção e a pena corria as páginas em movimentos ávidos.
Severus apenas observava as mãos ágeis dela, sentia o calor da caneca nas próprias mãos e o aroma doce que subia pelo ar. Ele adorava estar ali com ela e esta sensação cálida parecia paralisar o tempo. Inspirou fundo e sentiu-se contente. A presença dela preenchia a sala e ele sentia o coração expandido.
Enumerou coisas a fazer, como liberar sua mãe das amarras impostas pelo seu pai e ter condições de ser um bruxo tão bom e tão ágil quanto ela. Um dia ele conseguiria, um dia ele seria grande e poderia cuidar de sua mãe e dar todo conforto que ele sentia nestes pequenos momentos. Ela confiava nele e em sua capacidade e ele faria de tudo para alcançar o esperado

– Segunda-feira, depois de muito tempo, a senhorita aparece então…
– Melhor eu do que ninguém não é, mesmo? – Claire começa a espanar as estantes. – Você não tem cuidado disso aqui não, Sev?
– Não fico muito aqui… – Ele disse desinteressado.
– Andando por outros jardins?
– Eu não tenho muito o que fazer quando começam a escrever sobre mim em outros lugares…
– Bom, espero que tenha qualidade pelo menos.
– Devo confessar que sinto falta de vocês às vezes…
– O quê?
– Nada…
– Não não… repete!
– De jeito nenhum!
– Terei que persuadi-lo. – Ela disse jogando o espanador para trás e arregaçando as mangas.
– Gostaria de vê-la tentar… – Ele então sorriu de soslaio.

E ai, vocês vão deixar o Sev passeando no submundo das fics sem betagem? rs
Então pessoal, por hoje é só…

Cokeworth

Posted in Outros, Visitas ao Snape with tags , on 07/12/2015 by Claire

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A névoa gelada […] flutuava sobre um rio sujo que serpeava entre barrancos cobertos de mato e lixo. Uma enorme chaminé, relíquia de uma fábrica fechada, erguia-se sombria e agourenta. O silêncio total era quebrado apenas pelo rumorejo da água escura, e não havia vestígio de vida exceto por uma raposa esquelética que descera até o barranco na esperança de farejar um saco de peixe com fritas descartado no capim alto.

– Descrição sobre Cokeworth, cidade da Rua da Fiação, citação de Harry Potter e o Enigma do Príncipe, texto de J.K. Rowling

Sentada numa poltrona confortável, numa sala com as paredes repleta de livros ela estava sentada com os olhos grudados num livro de capa verde clara.
– Srta. D’Lune, por que não estou surpreso que você está aqui hoje?
– Porque é segunda-feira?
Ele aproximou-se e pegou o livro da mão dela.
– Madame Bovary!? Uma história sem um final muito feliz…
– Às vezes preciso de referências, Sev.
– Referências pra quê? Vai escrever o quê?
Ela sorriu sem mostrar os dentes e estendeu a mão para pegar novamente o livro, que ele distanciou ainda mais.
– Já que você escreve coisas que me dizem respeito de agora em diante eu vou escolher a sua leitura.
– E vai começar por?
– O Pequeno Príncipe…
– Que morre picado por uma cobra?
– Chapeuzinho Vermelho…
– Pedofilia?
– Branca de Neve…
– Envenenamento?
– Desisto… – E bufou.
Claire levantou e caminhou até ele pegando de volta o livro.
– Sev, me deixa interpretar as coisas, ok? Olha só que linda a descrição da sua cidade, no livro original, é linda.
– E triste.
– E linda. – Ela segurou o braço dele. – Você está seguro com a gente, Sev.
– A gente?
– Eu e as meninas. – E sorriu. – Senta aqui, deixa eu ler o livro pra você.
Eles sentaram no sofá e começaram a ler.

Esse Sev, tem cada medo bobo.

É isso pessoal, troquei a citação dessa vez, mas acho que entenderam o motivo né. Às vezes é bom a gente lembrar das idéias originais.

=)